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Home Meio Ambiente

Pesquisa: Mineração em alto-mar pode colapsar cadeia alimentar dos oceanos

por Redação
8 de novembro de 2025
em Meio Ambiente, Mundo
Reading Time: 3 mins read
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Pesquisa: Mineração em alto-mar pode colapsar cadeia alimentar dos oceanos

Pargos-de-duas-faixas nadam na área protegida do Parque Nacional de Porquerolles, na França. Foto: AP/Annika Hammerschlag

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A corrida por minérios essenciais à transição energética — como cobre, ferro e zinco — está chegando ao fundo do mar. Mas um novo estudo internacional alerta que a mineração em alto-mar pode ter consequências drásticas para a cadeia alimentar marinha, comprometendo desde microrganismos até grandes espécies comerciais, como o atum e o dourado.

Pesquisadores da Universidade do Havaí, nos Estados Unidos, analisaram dados de um teste de mineração realizado em 2022 no Pacífico e descobriram que o material liberado na água após a perfuração — uma mistura de sedimentos e rejeitos — pode confundir e subnutrir organismos microscópicos, base da vida marinha.

Os resultados foram publicados, na quinta-feira (6), na revista científica Nature Communications.

Como funciona a mineração em alto-mar

O processo de extração busca nódulos polimetálicos — pedras ricas em cobre, ferro e outros minerais — localizados a até 5 mil metros de profundidade.

Depois que as empresas trazem esses materiais à superfície, elas precisam descartar a água e o sedimento coletados, devolvendo-os ao oceano.

O problema, segundo os cientistas, é que essas partículas têm o mesmo tamanho das que servem de alimento para o zooplâncton, um conjunto de pequenos animais que vive na chamada “zona crepuscular” (entre 200 e 1.500 metros de profundidade).

“Esses resíduos funcionam como uma espécie de junk food do mar”, explica o oceanógrafo Michael Dowd, autor principal do estudo. “Se os microrganismos se alimentam desse material, acabam ficando desnutridos — e isso afeta toda a teia alimentar acima deles”.

Do plâncton aos grandes peixes

A pesquisa indica que 60% dos organismos do zooplâncton podem ser impactados, o que atinge diretamente o micronekton — pequenos peixes e crustáceos que servem de alimento para espécies maiores.

Em efeito cascata, a escassez desses seres pode alterar o comportamento e a sobrevivência de peixes de valor comercial, como atuns, dourados e outros predadores que se alimentam em grandes profundidades.

“Se a base da cadeia colapsa, o impacto se espalha até o topo”, resume Dowd. “Mesmo uma única operação não causa danos massivos, mas várias empresas explorando por anos podem gerar um desequilíbrio regional irreversível”.

Um problema invisível e global

A maioria dos alertas sobre mineração em águas profundas até hoje se concentrava nos danos ao fundo do mar. Este estudo, porém, amplia o foco: os impactos também atingem o meio da coluna d’água, onde vive uma grande parte da biomassa oceânica.

Os autores defendem mais pesquisas para definir onde e como os rejeitos deveriam ser devolvidos ao mar — e alertam que descartar o material no fundo, em vez da zona intermediária, pode ser igualmente destrutivo.

Eles também destacam alternativas mais sustentáveis, como reciclagem de baterias e de eletrônicos ou reaproveitamento de resíduos de mineração terrestre, reduzindo a necessidade de perfurar o oceano.

Pressão econômica e ambiental

Mesmo com as incertezas ambientais, vários países e empresas já têm contratos de exploração firmados com a Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos, órgão vinculado à ONU.

Nos Estados Unidos, a administração Trump chegou a acelerar licenças de perfuração no Pacífico, alegando interesse estratégico nos minerais críticos usados em tecnologias verdes e armamentos.

Organizações ambientais, por outro lado, pedem uma moratória global até que os impactos sejam totalmente compreendidos.

“Elas estão questionando se vale a pena obter alguns minérios em troca de desorganizar a forma como os oceanos funcionam”, afirmou a pesquisadora Sheryl Murdock, da Universidade Estadual do Arizona.

O que está em jogo

De acordo com a bióloga marinha Diva Amon, da Universidade da Califórnia, Santa Bárbara, o risco vai além da pesca. “Tudo isso pode causar doenças, migrações forçadas e até extinções de espécies. E, dependendo da escala, o impacto pode ser permanente”.

 

 

Fonte: Associated Press (AP)

 

Tags: #CadeiaAlimentar#MineraçãoEmAltoMar

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