Os militares dos EUA disseram ter apreendido um petroleiro ligado à Venezuela, na terça-feira (20), no Caribe, marcando a sétima apreensão desse tipo desde o início da campanha do presidente dos EUA, Donald Trump, para controlar o fluxo de petróleo da Venezuela.
O Comando Sul das Forças Armadas dos EUA, que supervisiona quase uma dúzia de navios de guerra e milhares de soldados no Caribe, afirmou em comunicado que apreendeu o navio a motor Sagitta “sem incidentes”.
“A apreensão de mais um petroleiro operando em desafio à quarentena estabelecida pelo presidente Trump para embarcações sancionadas no Caribe demonstra nossa determinação em garantir que o único petróleo que sair da Venezuela seja aquele que for coordenado de forma adequada e legal”, afirmou em comunicado.
Trump concentrou sua política externa na América Latina na Venezuela, inicialmente com o objetivo de derrubar o presidente venezuelano Nicolás Maduro do poder. Após não conseguir encontrar uma solução diplomática, Trump ordenou que forças americanas invadissem o país para capturá-lo, juntamente com sua esposa, em uma ousada operação noturna em 3 de janeiro.
Desde então, Trump afirmou que os EUA planejam controlar os recursos petrolíferos da Venezuela indefinidamente, buscando reconstruir a indústria petrolífera degradada do país em um plano de 100 bilhões de dólares.
Os navios interceptados no passado estavam sujeitos a sanções dos EUA ou faziam parte de uma “frota paralela” de embarcações que disfarçam sua origem para transportar petróleo de grandes produtores sancionados, como Irã, Rússia ou Venezuela.
Fonte: Reuters/Phil Stewart e Idrees Ali











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