A Prefeitura de Anchieta, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, segue ampliando as estratégias de combate ao mosquito Aedes aegypti, reforçando o monitoramento e as ações preventivas em todo o município. Um dos principais instrumentos utilizados é o sistema de ovitrampas, armadilhas que permitem identificar com precisão as áreas com maior risco de infestação.
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Atualmente, o município conta com 70 ovitrampas instaladas em pontos estratégicos, distribuídas entre a Sede, o balneário de Iriri e comunidades como Limeira e Jabaquara. O monitoramento é realizado semanalmente, com coleta das palhetas e análise em laboratório para contagem dos ovos do mosquito.
De acordo com os dados mais recentes, algumas localidades já apresentaram classificação de alerta máximo (faixa vermelha), entre elas Nova Anchieta, Centro, Iriri, Benevente, Morro da Penha, Nova Esperança e Justiça II. “Essa classificação ocorre quando são identificados mais de 110 ovos por armadilha, indicando alta densidade do vetor e maior risco de transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya”, explica a coordenadora da Vigilância Ambiental, Alessandra Thompson.
A partir dessa identificação, a Secretaria de Saúde intensifica as ações nessas regiões, com inspeções em imóveis num raio de até 200 metros, aplicação de larvicida, tratamento de bueiros, uso de biolarvicida em áreas alagadas, além de vistorias em construções e atividades educativas junto à população.

A gerente de Vigilância em Saúde, Josiane dos Santos, destaca a importância do monitoramento para direcionar as ações de forma mais eficaz. “As ovitrampas são fundamentais para entendermos onde o mosquito está se reproduzindo com maior intensidade. Com esses dados, conseguimos agir de forma rápida e direcionada, protegendo a população e evitando o avanço da dengue no município”, afirmou.
Ela também reforça que, apesar do uso de tecnologia e do trabalho contínuo das equipes, o combate à dengue depende diretamente da participação da população. “Mesmo com todo o monitoramento, é dentro das casas que estão muitos dos focos. Por isso, é essencial que cada morador faça a sua parte, eliminando qualquer recipiente que possa acumular água”, completou.
Fonte: Assessoria PMA/Monique Ferbek











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