A Icônica cantora de rock e soul, Tina Turner, surgiu de origens humildes e superou um casamento notoriamente abusivo para se tornar uma das artistas femininas mais populares de todos os tempos, morreu aos 83 anos.
Segundo um representante de Tina, “ela morreu pacificamente, após uma longa doença”, em sua casa na Suíça, disse um representante de Tina à Reuters, na quarta-feira (24).
Turner, comumente chamada de a “rainha do Rock ‘n’ Roll”, foi uma das maiores cantoras de todos os tempos, conhecida por sucessos como “What’s Love Got to Do With It” e “(Simply) The Best”.
Uma artista ao vivo fascinante, Turner teve uma série de sucessos, na década de 1960 e início dos anos 70, com seu marido dominador e violento, o guitarrista Ike Turner, antes de deixá-lo – fugindo de seu quarto de hotel em Dallas com 36 centavos.
Dona de uma voz poderosa e única, a cantora fez história na música internacional e acumulou prêmios de grande relevância no segmento. Com quase 200 milhões de discos vendidos e diversos Grammys, ela foi uma das cantoras de maior sucesso de todos os tempos.
Turner ganhou seis de oito prêmios Grammy na década de 1980. A década a viu colocar uma dúzia de canções no Top 40, incluindo “Typical Male”, “The Best”, “Private Dancer” e “Better Be Good to Me”.
Passagem pelo Brasil
Em janeiro de 1988, Turner esteve no Brasil com a turnê do álbum “Break Every Rule”. Ela reuniu 184 mil pessoas em uma única apresentação no Maracanã, além de ter sido transmitido ao vivo para todo o mundo.
O público foi tanto que a cantora obteve um recorde do Guinness “para a maior participação paga em um concerto de rock para um artista solo”, que se manteve até 1997.
Fonte: CNN/Reuters











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