Um homem se matou com uma bomba do lado de fora do Supremo Tribunal Federal (STF) após tentar entrar no prédio, nesta quarta-feira (13), segundo autoridades, gerando preocupações com a segurança antes de o país receber líderes globais das principais economias do G20.
Duas explosões muito fortes, em um intervalo de 20 segundos, ocorreram em frente ao STF, em Brasília. A primeira explosão que aconteceu foi a de um carro no anexo 4 da Câmara dos Deputados; posteriormente, houve outra na porta do STF.
A área foi isolada. Bombeiros e militares especializados em explosivos foram ao local.
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O corpo foi identificado como Francisco Wanderley Luiz, conhecido com “Tiu França”, 59 anos, de Rio do Sul, no interior de Santa Catarina. Tiu França foi candidato a vereador pelo PL, nas eleições de 2020, recebeu 98 votos e não conseguiu uma vaga na Câmara Municipal. Ele estava morando em Ceilândia, cidade satélite de Brasília.
Segundo declarado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele teria R$ 263 mil em bens. Os valores eram divididos entre motocicletas, três carros e um prédio residencial.
A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão (PP), disse, nesta quarta-feira (13), que o homem que morreu na explosão na Praça dos Três Poderes tentou entrar no prédio do STF.
“Logo após o momento da explosão, o cidadão se aproximou do Supremo, aonde ele tentou entrar dentro do prédio e não conseguiu. E realmente teve a explosão ali na porta”, afirmou Leão.
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, está licenciado do cargo por estar em uma viagem em Roma, na Itália. Segundo Leão, ele pode voltar para Brasília devido à gravidade do caso.
As explosões ocorreram cinco dias antes da reunião dos chefes de Estado do G20 no Rio de Janeiro, seguida de uma visita de Estado à capital, Brasília, do presidente chinês Xi Jinping.
A polícia enviou um esquadrão antibombas com um robô de desativação de explosivos para a praça no coração da capital brasileira para investigar as explosões.











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